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"NEM TUDO QUE RELUZ É OURO"

Atualizado: 6 de fev.

Cuidado com as fontes de estudo nas redes sociais



Se você é estudante, é comum recorrer às redes sociais para buscar dicas, explicações e orientações. Em poucos segundos, aparecem vídeos prometendo notas altas, métodos infalíveis e fórmulas rápidas para “acertar a redação”. O problema é que, no meio de tanta informação, "nem tudo que reluz é ouro".

O ambiente digital ampliou o acesso ao conhecimento, mas também ampliou a circulação de atalhos ilusórios. Saber escolher de quem aprender se tornou parte fundamental do processo de estudo.


A promessa fácil como armadilha


Perfis que prometem “900+ na redação” costumam se apoiar em três estratégias recorrentes:

  • simplificação excessiva do processo de escrita;

  • generalizações que ignoram as exigências das bancas;

  • experiências pessoais tratadas como método universal.


Passar em uma prova, como acontece com vários alunos de medicina e direito, não significa, automaticamente, saber ensinar. Ensinar exige formação, estudo contínuo, didática e responsabilidade com quem aprende.


O risco de aprender com quem não ensina


Quando você segue fontes pouco confiáveis, os prejuízos não aparecem de imediato. Eles surgem no texto:

  • introduções artificiais, copiadas de tendências da internet;

  • repertórios “coringa” mal encaixados;

  • argumentos frágeis, porque não foram realmente pensados;

  • textos que até parecem corretos, mas carecem de profundidade.


Bancas de vestibulares e o próprio ENEM já demonstram rejeição a textos padronizados. A redação exige leitura atenta do tema, construção de raciocínio e escolhas conscientes — algo que nenhum vídeo de 30 segundos consegue ensinar.


Como identificar fontes sérias de estudo


Em tempos digitais, estudar também é exercitar senso crítico. Algumas perguntas ajudam nesse processo:

  • Essa pessoa explica por que algo funciona ou apenas manda fazer?

  • O conteúdo respeita a complexidade da escrita ou promete milagre?

  • Há preocupação com processo, reescrita e acompanhamento?

  • Existe clareza de que cada aluno aprende em um ritmo e contexto diferentes?


Fontes sérias não vendem atalhos. Elas trabalham com formação, não com ilusão.



Valorizar quem estuda para ensinar


Há professores que pesquisam, se atualizam, analisam bancas, estudam critérios de correção e constroem metodologias com responsabilidade. Esses profissionais não oferecem garantias irreais, porque sabem que aprendizado não é produto instantâneo.

Valorizar quem ensina de verdade é também cuidar do seu próprio percurso como estudante. Nem todo conteúdo gratuito educa, assim como nem todo material pago é sério. O critério não está no preço nem no número de seguidores, mas no compromisso pedagógico.



Saiba escolher caminhos de estudo


Ao (re)iniciar seus estudos , rever suas fontes de estudo é tão importante quanto organizar horários ou materiais. Quem você escuta influencia diretamente a forma como você escreve, pensa e aprende.

Em um cenário em que todo mundo parece ensinar, lembrar que nem todo influenciador é educador é um gesto de maturidade acadêmica — e um passo importante para uma escrita mais consciente e autoral.





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